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Corpo Transitivo – Fanzine de visibilidade LGBTQI+

capa corpo transitivo

 

Corpo Transitivo é um projeto na área de comunicação, informação e reflexão sobre diversidade sexual e de gênero. O principal objetivo é visibilizar a voz de pessoas LGBTQI+ (lésbicas, gays, travestis, transexuais, transgêneros, queers, intersexuais e entre outras), abordando a diversidade sexual e de gênero de forma ampla. Atualmente, fazem parte do projeto: Lucas Wilm, Zhumar de Nazaré, George Pontes, Igor Sammy, Rodolfo Pereira e Victória Costa. Contribuíram para a primeira edição: Alexandre Almeida, Barbara Carolinne, Davi Miranda, Diana Brasílis, Elane Pantoja, Mílton Ribeiro e Suelen Moraes.

O projeto começou através da participação de Lucas Wilm em grupos de militância e ativismo LGBT na internet, acompanhando blogs e páginas de discussão. Lucas viu a oportunidade em traduzir os debates digitais em ações físicas, para preencher esta lacuna e demanda em Belém, de forma que pudessem ser acessados numa linguagem simples.

Indicado pelo seu namorado, Zhumar de Nazaré, Lucas soube a respeito do edital Comunica Diversidade, do Ministério da Cultura, que premiaria iniciativas propostas por jovens. O casal desenvolveu o projeto de um fanzine, chamada Corpo Transitivo, para ser esta plataforma de veiculação dos debates sobre militância e ativismo LGBT. Foram, então, contemplados pelo recurso do edital.

A partir de contatos entre amigos, colegas e conhecidos, profissionais da psicologia, ciências sociais, comunicação, pesquisadores e militantes, o a primeira edição do fanzine ganhou forma, hospedagem na internet e versão impressa. Com o fanzine pronto, a equipe organizou quatro rodas de conversa com temas que foram abordados previamente. O resultado das rodas de conversa superou nossas expectativas; tanto em quantidade de público quanto em entusiasmo pelos temas.

A primeira roda, “(sobre)vivências de pessoas trans na escola” (pautas trans sobre transfobia diária de desrespeito a identidade e ao nome social), foi realizada no Conselho Regional de Psicologia do Pará/Amapá e teve seu apoio para levar adiante o projeto. As demais rodas, “LGBT & Negritudes: gênero, sexualidade e classe” (pautas do feminismo negro e interseccionalidade), “Lesbiandades – Mulheres que amam mulheres” (pautas e demandas de mulheres lésbicas) e “Ace, bi e pansexualidade: nem hétero, nem homo” (debate e explanação sobre essas orientações sexuais e seus estigmas), foram realizadas no auditório da Esamaz – Escola Superior da Amazônia, por intermédio do CRP.

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O projeto teve grande apoio do Conselho Regional de Psicologia do Pará/Amapá, em nome de Jureuda Duarte (presidenta do conselho) e Mônica Silva (coordenadora técnica), que participaram ativamente no planejamento e organização da agenda, certificação dos participantes e indicação dos debatedores.

Para o futuro, a equipe planeja lançar a segunda edição do fanzine, e já está recebendo diversos materiais para a produção, como ilustrações, textos e poesias. A equipe também pretende continuar com o canal no YouTube para compartilhar os registros das entrevistas e das rodas, manter ativa a fanpage e o blog hospedado no Tumblr.

 

 

Acompanhe o Corpo Transitivo:

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