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Filme “CHEF” e alguns aprendizados para a vida

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No feriado do dia 07 de setembro assisti CHEF. O filme conta a história do @ChefCarlCasper, um chefe famoso que perde o emprego, tem a sua imagem destruída e precisa recomeçar sua vida. Não tinha a intenção de escrever sobre o filme, apenas me divertir um pouco, mas como o filme aborda empreendedorismo, marketing digital e recomeço, não tinha como não escrever.

Para quem ainda não viu confira a sinopse e o trailer do filme e depois alguns aprendizados que podem ser obtidos.

Carl Casper (Jon Favreau) é o chef de um restaurante badalado de Los Angeles, mas volta e meia enfrenta problemas com o dono do local (Dustin Hoffman) por querer inovar no cardápio ao invés de fazer sempre os pratos mais pedidos pelos clientes. Um dia, um renomado crítico gastronômico (Oliver Platt) vai ao restaurante e publica uma crítica bastante negativa, baseada justamente no fato do cardápio ser pouco criativo. Furioso, Casper vai tirar satisfação com ele e acaba demitido. Pior: a briga vai parar na internet e se torna viral, o que lhe fecha as portas nos demais restaurantes. Sem saída, ele recebe a ajuda de sua ex-esposa (Sophia Vergara) para reiniciar a vida no comando de um trailer de comida.


Ok, já conhece a história do filme, então vamos aos aprendizados. Tentarei não dar muitos spoilers.

1-      Nunca subestime o poder da internet e procure entender o funcionamento das mídias sociais

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No início do filme o personagem principal é o único que não tem uma conta no Twitter.  Após a visita de um crítico gastronômico fica sabendo que estão falando dele no nosso querido passarinho azul e resolve criar uma conta também e comentar, mas ele fala o que não deve para quem não deve, o que acaba provocando uma crise enorme que culmina na sua demissão e perda total de sua credibilidade.

Mas a mesma internet que acabou com ele foi parcialmente responsável pelo retorno dele ao topo, pois foi através dela que ele pode mostrar seu trabalho com o trailer de comida cubana e a recepção do público ao seu novo projeto gastronômico.

2-      Paixão e propósito

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O filme fala de recomeço e quando falamos em recomeço pensamos em Resiliência, que de acordo com o Dicionário Priberam significa a capacidade de superar, de recuperar de adversidades, porém acredito que durante esse processo de recuperação você não deve perder seu propósito e acabar caindo no caminho mais rápido. A assessora de imprensa da ex-mulher dele apresentou vários desses caminhos, inclusive o de participar de reality show, mas o personagem principal nunca esqueceu o significado do ato de cozinhar para a vida dele.

Às vezes para seguir um sonho precisamos recomeçar várias vezes e ajustar os nossos projetos, mas não devemos perder a paixão que nos move. Isso foi essencial para se motivar e motivar sua pequena equipe, daí entra o terceiro aprendizado.

3-      Um pequeno time leal pode ser maior que um batalhão de funcionários

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Nunca menospreze um parceiro leal por nada. A amizade e a paixão em comum pelo ato de cozinhar, que o personagem principal e seu assistente tinham, possibilitaram o processo de renovação, pois o assistente ia muito além da atividade de auxiliar na cozinha, ele comprou a briga, dava ideias e buscava soluções para os problemas. Ele não foi a única pessoa leal ao chef, ao ver o filme você notará que sem as pessoas que estão em torno dele, o talento não seria o suficiente.

4-      De repente o trailer pode te possibilitar inúmeras opções

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E para finalizar, tenha cuidado com o ego e a mania de grandeza. O personagem principal menosprezava a ideia de um dia trabalhar em trailer de comida, pois estava acostumado a trabalhar em grandes restaurantes e isso parecia ser uma regressão na carreira. Comparando com a área de comunicação, de onde vem a maioria dos leitores deste blog, não importa o tamanho da agência que você trabalha, o status do nome dela ou do seu cargo com título rebuscado, é preferível ser feliz e produzir um trabalho real e criativo em uma pequena empresa e ganhar um valor justo por isso que se “matar” numa grande corporação fazendo um serviço ruim porque tem que obedecer a ordens.

 

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