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Guardiões da Galáxia: De um grupo improvável a um time excepcional.

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Quem assiste Guardiões da Galáxia e se derrete todo com a fofura do Groot pequenininho ao final não consegue perceber que no filme há lições valiosíssimas de relacionamento e equipe.

Guardiões da Galáxia é um grupo de anti-heróis desconhecidos pelo grande público, mas foi uma aposta da Marvel Studio na segunda geração de seus filmes de super-heróis. O grupo é formado por Peter Quill ou Senhor das Estrelas (um humano abduzido da Terra quando criança), Rocket Raccon (um guaxinim falante modificado geneticamente), Groot (descendente de uma raça alienígena de árvores humanóides), Gamora (uma órfã adotada pelo vilão Thanos) e Drax, (um assassino que quer vingar a morte de sua esposa e filhos).

A união desses super-seres inicialmente é nada amistosa, pois primeiramente precisam fugir da penitenciária galáctica que se encontram, depois entregar um artefato (Gema do Infinito), e por último, retomar a Gema para salvar o universo.

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Não foi nada fácil para eles atingir esses objetivos em conjunto, pois discordavam muito e tinham personalidades muito diferentes, mas é possível perceber que quando aceitaram que teriam opiniões contrárias e passaram a ouvir mais o que o outro tinha a dizer eles conseguiam o queriam. Era preciso articular as forças e saber que cada um tinha algo a contribuir e era melhor em uma tarefa, sabendo disso organizava-se as ações de acordo com quem era melhor preparado para executá-las.

Muitas vezes percebe-se essa complicações em trabalho em equipe seja na escola, na faculdade ou no trabalho. Muitas vezes por como dizem “antipatia” acabamos por desconhecer completamente aquilo que uma determinada pessoa é capaz e perdemos a oportunidade de ter um excelente profissional que poderia ajudar a atingir nossas metas.  

Dê-se a oportunidade de conhecer o outro, essa é a primeira lição que percebi no filme. A partir do momento que eles superam o preconceito eles conseguem saber que aquelas características que antes causavam repulsa são valiosas para o alcance do objetivo final.

Outras habilidades fundamentais para se trabalhar em equipe que se encontram no enredo do filme são:

Administrar conflitos: É importante para quem trabalha em grupo (rotina da maior parte dos trabalhadores, pois são poucos os que trabalham sozinhos) saber lidar com os conflitos do cotidiano. É algo que Peter Quill faz a todo o momento, procurando sempre mediar os desentendimentos dos super-seres do grupo.

Comunicação:  Sempre quando ‘o bicho pega’ no filme o diálogo é fundamental. Escutar e falar na hora certa também é uma habilidade importante para que o ambiente se torne agradável e produtivo.    

Proatividade: Tomar atitude é um ponto positivo. Mesmo os super-seres sendo na maioria das vezes desprezíveis, há ajuda mútua, entre conflitos internos e na jornada do herói.

Mente aberta para novas ideias: Permita-se ouvir ideias aparentemente malucas. Se você cortar a conversa logo no início vai inibir a proatividade e a capacidade de inovação de seu colega de equipe. No filme, por exemplo, ninguém sabe o que esperar desses personagens, sempre inovando, com ideias malucas e geniais ao mesmo tempo, usando o ponto forte de cada um.

Os Guardiões da Galáxia, equipe que a princípio não iria dar certo, apresenta de uma forma irreverente e muito divertida, suas forças diante das atrocidades que os cercam durante todo o filme. Assistam e divirtam-se e se já assistiram assistam de novo dessa vez atentando para o que foi apontado neste post 😉

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