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Mercado de Social Media e as suas áreas de atuação

Quantos Social Media você conhece? Percebeu que o número de profissionais dessa área vem aumentando? O avanço do acesso à internet faz com que a profissão de Social Media se desenvolva no Brasil. São milhares de empresas de grande, médio e pequeno porte com sua marca nas mídias sociais como Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e outras. As esferas de governo, entidades sociais, sindicais, ONGs e todo tipo de organizações também estão ocupando esse espaço e cada vez mais percebendo a necessidade de contratar profissionais capacitados para assumir suas contas.

Os dados das mais variadas empresas de pesquisa do mercado publicitário do mundo preveem aumento do investimento no mundo digital. De acordo com uma pesquisa do IPG Mediabrands Magna, em 2017, pela primeira vez na história, a compra de mídia digital vai superar a de TV. A consultoria eMarketer prevê para esse ano um aumento de 15% na compra de mídia online no Brasil, por exemplo. Esses dados estão intimamente relacionados com o avanço da presença dos brasileiros nas mídias sociais, em especial o Facebook, que em 2016 anunciou a participação de cerca de 102 milhões de pessoas ativas no site de relacionamento.

Apesar da crise econômica, um futuro promissor se desenha para quem trabalha com Social Media no país. Belém atualmente ultrapassou a marca de 1 milhão de usuários no Facebook. Ao todo no Pará são mais de 3 milhões, segundo a página oficial da própria empresa. Os dados são relevantes e mostram que também na Região Norte esse mercado deve se desenvolver.

E foi para falar um pouco da realidade do marketing digital paraense que o Blog da Yesbil resolveu entrevistar três ex-alunas do curso de Formação em Social Media da escola. Nossa ideia é passar para você um pouco das possibilidades e do dia-a-dia do trabalho na área.

Freelancer

Foto da Karime Monteiro
Karime Monteiro (Egressa da Formação de Social)

Karime Monteiro, 27 anos, atua como freelancer em Belém por escolha própria na posição de Analista de Marketing e Mídias Sociais. Ela está satisfeita e vê espaço e novas oportunidades surgindo. “Acredito que o mercado está cheio de oportunidade. Os empresários estão com medo de contratar funcionários então trabalhar por ‘job’ pode garantir um complemento de renda ou até mesmo ser a única fonte de renda, como é o meu caso hoje. Vejo grande procura principalmente para micro e pequenos negócios e profissionais liberais como advogados e nutricionistas, clientes que nem sempre se voltam para as agências”, explica.

Ela conta ainda que não precisa de uma grande estrutura para dar o ponta pé inicial e começar a trabalhar. “Comecei apenas com um notebook, celular e internet que são itens inerentes à profissão. Depois disso, softwares de edição de imagens, ferramentas de gestão e monitoramento são importantes para melhorar o acabamento e dar mais agilidade ao serviço. Eu preferi não investir em equipamento fotógrafico. Quando meu cliente precisa, sugiro a contratação de profissionais parceiros”, conta.

Social Media em agência e para projetos pessoais

Foto da Iaci Gomes 
Iaci Gomes  (Egressa da Formação de Social)

Iaci Gomes, 25 anos, é jornalista e Analista de Comunicação da empresa Temple Comunicação e também administra a fanpage de um projeto pessoal chamado Soprando Letras, que arrecadava livros usados para bibliotecas públicas e comunitárias. Iaci trabalha no atual emprego desde 2014 e diz que há crescimento da solicitação, pelas empresas, de serviços de Social Media. “Há um desenvolvimento visível desse tipo de pedido, o que mostra que as instituições vêm atentando para o alcance das mídias sociais quando utilizadas de forma correta e com apoio de profissionais da área. A gente vem se especializando cada vez mais para atender esse tipo de demanda”, esclarece.

Com a página pessoal, a jornalista faz questão de dizer que o projeto alavancou e ganhou mais alcance quando aplicou os conhecimentos da formação de Social Media. “Depois do curso eu pude atuar de forma muito mais eficaz em relação a planejamento das postagens, por exemplo, e também a utilizar de forma mais inteligente as métricas. Pude fazer patrocínios mais assertivos, buscar meu público de fato, melhorei a questão do atendimento das pessoas que tinham dúvidas e mesmo o conteúdo das postagens, que passou a ser mais informativo e variado” afirma.

Atuando dentro da empresa

Foto da Daniela Walendorff
Daniela Walendorff  (Egressa da Formação de Social)

Outra modalidade que tem crescido em Belém é atuação do profissional de Social Media dentro da própria organização, muitas vezes acumulando a função de Assessor de Comunicação. Daniela Walendorff, 32 anos, trabalha atualmente no Sindifisco Pará, mas também já esteve em agência. Para ela, a atuação diretamente na empresa é melhor para desenvolver o trabalho.

“Na empresa/cliente você tem acesso direto aos contatos e informações, por isso é mais fácil para conseguir produzir conteúdo, ter acesso às fontes, tirar dúvidas sobre determinado assunto, explicar a necessidade de fazer um investimento ali presencialmente, marcar uma reunião com mais facilidade. Você tem mais contato com o conteúdo do cliente, mais familiaridade e consegue produzir um material com mais facilidade. Em uma agência é diferente, pois você tem que atender vários clientes ao mesmo tempo, literalmente”, conta.

Walendorff também explica algumas dificuldades dessa modalidade de emprego (dentro da empresa) e dá dicas de como conseguir a conta como freelancer ou funcionário. “Um dos poucos “problemas” é que geralmente você trabalha sozinho ou com pouquíssimas pessoas que são da área de comunicação. Por isso, nem sempre tem alguém para tirar uma dúvida, debater. No entanto, muitas empresas estão investindo na presença digital. Eu vejo algumas opções para quem quer entrar na área: ou você verifica quais empresas possuem um departamento de comunicação e envia seu currículo ou fica de olho nas vagas. A outra opção é trabalhar como pessoa jurídica ou ‘freela’ enviando propostas de gerenciamento de mídias sociais para essas organizações”, conclui.

Com o mercado se desenvolvendo na internet, mais vagas devem surgir no mercado de Social Media. Cada cliente vai buscar contratar os serviços da melhor forma no momento, como freelancer, para trabalhar diretamente na empresa ou através de uma agência de comunicação. O importante para quem procura uma vaga nesse ramo é estar bem atualizado com as novidades e com uma capacitação à altura das responsabilidades e tarefas da profissão.

Aqui na Yesbil temos a Formação de Social Media , um curso com 50 horas de duração dividido em 07 áreas (Planejamento, Produção de Conteúdo, Social Design,  Social ADS, Relacionamento, Gestão de Crises e Social Analytics) mais a produção de um trabalho de conclusão de curso com um cliente real. Confira!

 

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