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Sense8 e o poder da conexão

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Sense8 é uma das febres do momento na Netflix, criada pelos irmãos Wachowski, responsáveis pela famosa e viajante trilogia Matrix. Não por acaso, é também uma série bem difícil de explicar, mas muito fácil de se identificar em algum momento: a trama é protagonizada por 8 pessoas diversas que não se conhecem e que vivem em 8 lugares diferentes do mundo até que se percebem conectados misteriosamente e passam a compartilhar sentimentos, habilidades e até mesmo os próprios corpos.

 

Cada episódio retrata os mistérios que criaram essas conexões enquanto que as relações entre as personagens se aprofunda e suas histórias e habilidades são sentidas na pele: Will é um policial super protetor que mora em Chicago, EUA; Capheus, um corajoso motorista de van que tenta pagar medicamentos para a mãe, vítima de aids, mora em Nairóbi, Quênia; Sun, uma coreana que é lutadora e que sofre machismo em sua empresa familiar, na Coréia do Sul; Kala, uma farmacêutica hinduísta que está infeliz de casar sem amor, mora em Mumbai, na Índia; Nomi, uma hacker e ativista trans que namora com Amanita e mora em São Francisco, EUA; Riley, uma DJ islandesa que se mudou para Londres, Inglaterra e reflete sobre sua solidão e a relação com alguns tipos de drogas; Wolfgang, um ladrão mestre em arrombar cofres que mora em Berlim, Alemanha; e Lito, um ator que tem medo que sua homossexualidade seja descoberta, mora na Cidade do México, México.
Precisamos falar sobre a essência da série que definitivamente fortalece debates mundiais que estamos vivendo:

Diversidade de identidades são a maior riqueza da humanidade

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Questões de e o preconceito e diversidade, a homossexualidade e a transsexualidade (preciso reforçar que a atriz é de fato trans e que representa a luta pelo amor de todas as cores ♥); os conflitos culturais, religiosos, de raças e de classes; além da mudança dos papéis de gênero. Nada melhor do que sentir a dor do outro na pele para se desconstruir de estereótipos de preconceitos. Mais do que empatizar, é preciso colocar na prática a transformação social, a partir da inclusão e respeito. Não podemos deixar de reconhecer este avanço na diversidade de personagens, mas é importante lembrar que outras representatividades ainda são necessárias, quem sabe nas próximas temporadas?

 

Habilidades múltiplas são a chave para o sucesso

Como a diversidade é boa também na prática corporal, as habilidades são compartilhadas para salvar vidas e transformar histórias de cada personagem. Daí a importância de se pensar profissionalmente e politicamente o valor da diferença para gerar resultados mais amplos e maduros.

 

Conexão: “Eu não sou apenas eu. Eu também sou nós.”

sense8 - eu sou nós

E então chegamos essência da conexão perfeita, que só terá melhor funcionamento e durabilidade se você entender as questões anteriores e perceber que não está sozinho. Que trocar ajuda, conhecimento e habilidades é a melhor forma de crescer, seja profissionalmente, seja espiritualmente. E que tal refletir no quanto nossas atitudes podem estar impactando a vida de outra pessoa agora? Conexão é aliança, é cooperação mútua, é a troca em que todos ganham. E que venham as próximas inspirações.

 

 

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